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27-05-2021

Bases de dados espaciais - Guardar o “onde” e o “o quê”

Bases de dados espaciais - Guardar o “onde” e o “o quê”


As bases de dados espaciais armazenam informações espaciais e são apropriadas para aplicações em que haja necessidade de monitorizar a posição de um objeto ou evento no espaço.


Uma base de dados espacial é uma base de dados típica, mas com o acréscimo dos conceitos de localização espacial e de extensão espacial. Geralmente são construídas numa “arquitetura em camadas” ou numa “arquitetura dupla” onde, na “arquitetura em camadas”, a base de dados usa o Sistema de Gestão de Base de Dados (SGBD) padrão como base e uma camada superior que é constituída por ferramentas espaciais; já na “arquitetura dupla” está o SGBD lado a lado com um subsistema espacial e, no topo, uma camada para integrar os dois sistemas.

As bases de dados espaciais oferecem suporte a aspetos do espaço, disponibilizam tipos de dados espaciais no seu modelo de dados, tem uma linguagem para consulta e permitem a criação de índices espaciais.

Basicamente, existem dois aspetos fundamentais de uma base de dados espacial que precisam ser modelados, a componente espacial (onde) e os seus atributos (o quê). A componente espacial descreve as localizações do objeto (múltiplas localizações para múltiplos níveis de detalhe, ou múltiplas localizações para múltiplas características) e permite que os objetos sejam posicionados num espaço bidimensional ou tridimensional, enquanto que a componente dos atributos tenta especificar as características desses locais.

As bases de dados espaciais possuem tipos de dados abstratos tais como pontos, linhas, polígonos, ou outro tipo de dados que possa ser representado num mapa, além dos tipos alfanuméricos já existentes nas bases de dados convencionais.

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